Construção Modular: Inovação, versatilidade e rapidez de construção

Construída rapidamente, a solução pode ser usada em múltiplas zonas, é isolada termicamente e possui ainda boa relação custo-benefício.

De utilização multifacetada e facilmente transportável de uma zona para outra, estas casas modulares baratas são uma solução industrializada, quase toda construída e modelada em fábrica. A sua grande vantagem está no curto espaço de tempo necessário para a produção e implantação. Vários arquitetos apontam também como característica inerente deste sistema de construção a salvaguarda dos recursos naturais.

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O custo da construção modular pode variar, dependendo de caso para caso. É complicado comparar o custo desta solução de construção com outros métodos. Se levarmos em consideração os gastos, a lentidão e os prejuízos indiretos de reconstruir uma zona, a construção modular torna-se extraordinariamente exequível e mais económica.

Pela celeridade na montagem, a construção modular é uma opção para situações que requerem uma estrutura montada num curto espaço de tempo, como por exemplo em caso de cheias ou deslizamentos que põem em risco os habitantes. Contudo, nestas situações, Portugal ainda não adotou este plano de construção modular como uma alternativa. Iria ser o ideal para resolver problemas resultantes de situações ambientais mais complexas. Noutros países esta aplicação já é utilizada e tem oferecido grande sucesso na reconstrução de áreas atingidas, como é o caso do Japão depois dos sismos de 2011.

A razão está efetivamente ligada à burocracia, que faz com que a aquisição do serviço e dos módulos seja demorada. A outra razão é de origem cultural. O facto de serem casas pré fabricadas baratas, o desconhecimento das pessoas em geral e dos próprios técnicos da área de construção: Todos estes fatores prejudicam a divulgação da construção modular em Portugal, ao contrário do que acontece noutros países.

TERMICAMENTE ISOLADAS

O clima da zona não interfere na seleção da solução, já que esta possui um sistema de cobertura e isolamento externo, tanto para as paredes, como para o piso, que inclui uma camada de isolamento térmico, cujo tipo de material e a sua espessura são escolhidos caso a caso.

BOM DE SABER

Não é imprescindível obter mão-de-obra especializada. Este sistema de construção industrializado com madeira é já bastante comum e conhecido. Do ponto de vista técnico, a construção modular é apresentada como opção de construção com componentes de madeira, todavia, o que torna o conceito estimulante é que se sugere um modelo tipológico flexível que pode também ser configurado através de outras tecnologias hoje disponíveis no mercado.

15 dados estatísticos de 2015 sobre estratégias de marketing online no turismo

A EyeforTravel organiza todos os anos uma série de eventos de qualidade para todos os que trabalham na indústria das viagens.

Embora nunca tenha participado em nenhum, gosto sempre de acompanhar online e estudar as conclusões a que chegam os experts na área do marketing digital direcionado para o turismo. O conteúdo que sai destes eventos de 2-3 dias é sempre muito extenso, e é dificil resumir tanta informação de tantos oradores diferentes que partilham estudos de empresas tão importantes como a Google, o Facebook ou o Twitter e de agências de renome a nível mundial como são a Adobe Travel e a Club Med. No entanto, isto não significa que estes dados, apesar de virem de empresas de grande dimensão mundial, não possam ser utilizados por qualquer empresa ou negócio nacional. Desde um turismo rural até a uma agência que alugue apartamentos monte gordo. Qualquer pessoa, com estes dados e um pouco de imaginação, pode conseguir bons resultados!

Por isso em vez de escrever um post interminável, achei mais útil criar uma lista de 15 dados chave, para quem trabalha nesta área, levar em consideração:

1. O TripAdvisor é a aplicação para telemóveis mais descarregada entre os viajantes (42%), seguida pela Priceline (15%), Expedia (14%) e Orbitz (13%)
2. No TripAdvisorsão escritos 139 comentários a cada minuto
3. A cada clique que um utilizador faz no processo de compra numa aplicação de viagens, 25-60% desiste da compra
4. 69% dos viajantes começam a sua pesquisa online… através de um dispositivo móvel!
5. Uma pessoa verifica o seu smartphone em média 150 vezes por dia!
6. Da média de 6 horas diárias que um adulto gasta nas redes sociais, 3 horas são no telemóvel.
7. Twitter em viagem: no ano passado, 60 milhões de tweets mencionaram hotéis e 21 milhões mencionaram férias
8. 70% de utilizadores que seguem agências no twitter, tomaram ação depois de verem conteúdo relacionado com viagens
9. 70% dos utilizadores do Instagram procuraram uma marca específica online
10. 3/4 dos consumidores ficam frustrados quando o conteúdo online não está relacionado com os seus interesses
11. Em 2016, 50% do total das vendas de viagens vai envolver mais do que um dispositivo
12. O Ritz Carlton Hotel obtem 18% de conversões a partir de campanhas de e-mail.
13. 92% dos visitantes de um website nunca vai voltar. Remarketing é a palavra-chave!
14. Apenas 27% dos hotéis enviam e-mails automáticos antes da chegada (e após a partida)
15. Segundo o Google, 1/3 das pessoas com um smartphone prescindiria de ter sexo em vez do telefone

Claro que havia muito mais informação interessante e que não era propriamente baseada em dados estatísticos como os que coloquei acima. Ainda assim, muitos dos temas debatidos andaram muito à volta de como as marcas de viagens precisam de realinhar as suas estratégias dado o novo cenário digital e sobre a nova realidade do móvel e social que implica que os hotéis e agências já não podem ficar à espera e precisam de entrar neste meio digital o quanto antes, mesmo que isso signifique que façam alguns erros ao longo do caminho.

Aqui fica um video promocional partilhado no evento. Um belo exemplo de marketing digital criado pela Gopro e a cadeia Marriott:

Os empreendedores e a importância do SEO local

O SEO (Search-engine optimization) é tão omnipresente e tão potente, que praticamente todas as grandes empresas ou organizações com uma presença online o incorporaram na sua estratégia de marketing. Para a maioria dos empreendedores, isso basicamente significa escrever muito conteúdo e atrair links para o seu website ganhar autoridade,visibilidade e obter assim uma classificação melhor para as palavras-chave que são relevantes para o seu negócio.

Mas há um outro lado do SEO, em que apenas uma pequena parte das empresas se estão atualmente a focar. O SEO local: o processo de otimização de um negócio para uma localização geográfica específica. O Local SEO é uma estratégia de nicho altamente segmentado, que qualquer empresário pode – e deve – utilizar.

O SEO local é cada vez mais valioso e portanto, mais popular. A forma como se pesquisa está a mudar, muito devido ao constante aparecimento de novas tecnologias e ao fluxo maciço de marcas e empresas que desejam obter bom posicionamento (e o resultante tráfego) da primeira página dos motores de busca (SERPs). Se tivermos o objetivo de também obter uma parte desse fluxo de tráfego, é importante entender porque é que o SEO local é cada vez mais importante, e como tirar proveito dele.

A tecnologia móvel

A tecnologia móvel está no bolso de qualquer um de nós, em qualquer parte do mundo, e as pessoas usam-na cada vez mais como mais uma forma de pesquisa online. Quarenta e seis por cento dos utilizadores que pesquisam online, usam agora exclusivamente, um dispositivo móvel para fazer pesquisa de produto, e a maioria das “pesquisas móveis” são locais. Dado que os utilizadores podem pesquisar no momento, são muito mais propensos a fazer pesquisas locais.

Para além disso, o Google e outros motores de busca estão a otimizar os seus serviços, para fazer face a esta tendência. Estão a coletar mais informações sobre a localização dos utilizadores e histórico de buscas, de forma dar-lhes resultados locais específicos. Isto significa que, mesmo quando competindo com sites de referência, se tivermos um site que geograficamente sjea mais útil ao utilizador, poderemos facilmente surgir melhor classificados, simplesmente por causa da proximidade com o utilizador.

Menos competição

Utilizar o SEO local também significa lidar com menos concorrência, porque quando tentamos competir por palavras-chave ou termos à escala nacional (em vez do local), estamos a enfrentar a concorrência do país todo.

Por exemplo, há muito menos empresas de marketing digital em lisboa, do que há em todo o Portugal. Estreitar o foco pode levar a menos pesquisas, mas é melhor ter acesso a 200 pesquisas do que a 2000 às quais não conseguimos chegar dada a elevada competição.

Por que é que até as marcas nacionais precisam de SEO local

Para as empresas com uma presença exclusivamente online ou outras empresas que acreditam que não há nenhuma vantagem em fazer qualquer coisa a uma escala menor do que “nacional”, o SEO local pode parecer que não vale a pena. O seu público alvo é enorme, e por isso reduzi-lo, parece-lhes uma jogada imprudente.

No entanto, o SEO local é valioso porque lhes dá uma projeção a um público relevante, e que está ali nas próximidades. Esta vantagem torna o SEO local valioso para qualquer empresa, mesmo as nacionais. O SEO local não substitui o SEO de escala nacional, é importante manter as estratégias que já eram usadas antes, mas incorporando técnicas locais que daram (por assim dizer) o melhor dos dois mundos.

Melhores práticas

Otimização para SEO local é mais simples do que a maioria dos empreendedores e empresários pensam. Primeiro, é preciso certificarmo-nos de que todos os seus perfis locais são reivindicados, ou seja, garantir que está presente em todas as plataformas de social media, em diretórios locais como o Google My Business ou o TripAdvisor. Verificar que o nome, morada e número de telefone estão correctos em todos estes canais.

Seja uma pequena loja local ou um grande player nacional, todos os empreendedores têm de começar a pensar sobre a sua estratégia de SEO local. Local já é enorme, e só está a ficar maior.

Constituir pequenas empresas. A burocracia europeia.

A Europa precisa de mais empresas. No entanto, os tempos de espera e os custos administrativos envolvidos no processo de formalização inerente ao arranque de uma pequena empresa acabam por constituir um factor de desmotivação e impedimento para quem se quer iniciar no mundo empresarial. Consciente destas dificuldades, a Comissão Europeia tem incluído esta preocupação nas suas políticas nos últimos 10 anos. Em 2006, o Conselho Europeu definiu um conjunto de objectivos específicos e ambiciosos para facilitar a constituição de Start-ups na União Europeia (UE) antes de 2008. Desde então, o progresso tem sido considerável e conduziu à inclusão dos procedimentos de constituição de start-ups no Small Business Act e a novas conclusões do Conselho, com um conjunto mais vasto e mais ambicioso de metas a alcançar.
Há evidência de que burocráticos, caros e demorados procedimentos administrativos para iniciar e gerir uma pequena empresa constituem um desincentivo significativo para muitos candidatos a empresários e países com menores encargos administrativos nos procedimentos necessários para criar uma empresa têm um maior número de start-ups.
Em 1997 a Comissão adoptou uma Recomendação propondo medidas para acelerar e simplificar start-ups.
Em 2000, a Carta Europeia das Pequenas Empresas incluiu “Start-ups mais baratas e mais rápidas” como uma das suas dez linhas de acção. A Carta não só pediu aos Estados-Membros a tomada de medidas neste domínio, mas proporcionou também um fórum de informações e de boas práticas a serem trocadas entre todos os países participantes.
Em 2002, a UE encomendou um estudo de benchmarking aos então 15 Estados-Membros, estudo este que apresentou o ponto de situação existente nos diferentes países analisados, propôs medidas a realizar e apresentou também bons exemplos para simplificar e acelerar os procedimentos de registo das empresas. Segundo este estudo, o tempo médio para o arranque de uma empresa, em 2001 na UE-15 foi de 22 dias e o custo de 827€.
Com base em toda a informação recolhida, o Conselho Europeu de Primavera de 2006 tomou um impulso político importante e pediu aos Estados-membros que encetassem medidas concretas para facilitar a formalização das start-ups. As conclusões desse Conselho afirmam que: “Os Estados-Membros devem estabelecer, até 2007, um posto de atendimento único, ou convénios com efeito equivalente, para a criação de uma empresa de uma maneira rápida e simples. Os Estados-Membros deverão tomar medidas adequadas para reduzir consideravelmente o tempo médio de constituição de um negócio, em especial das PME, estabelecendo-se o prazo de uma semana para tal, em toda a UE até ao final de 2007. As despesas de constituição deverão ser tão baixas quanto possível e a contratação do primeiro empregado não deverá envolver mais de um serviço ou órgão da administração pública”.
 De forma a monitorizar o progresso realizado, a Comissão solicitou a todos os países para nomear um representante para actuar como Coordenador Nacional de Start-ups. Elaborou também um documento com indicações mais específicas sobre a forma como o cumprimento será avaliado.
Os esforços não pararam em 2007. Em 2008, o Small Business Act retomou os compromissos e pediu novamente aos Estados-Membros que acelerassem os procedimentos e reduzissem os custos de criação de uma empresa. Pediu também que as licenças e as autorizações necessárias para iniciar uma actividade fossem reduzidas para o máximo de um mês.
A simplificação administrativa permanecerá elevada na agenda política da UE e a Comissão continuará a acompanhar o progresso de todos os 27 países da UE em simplificar e reduzir os tempos e custos para o arranque de um negócio. Este esforço permitirá à Europa concretizar o seu potencial empreendedor, através da remoção de um dos grandes obstáculos à criação de empresas.
Fonte: European Enterprise Network

Como Abrir uma Empresa de Limpeza

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Fonte: http://pt.wikihow.com/Abrir-uma-Empresa-de-Limpeza

1. Escolha um nome. Procure algo que soe profissional, e fácil. Faça com que seja único, e fácil de encontrar num mecanismo de busca, para que seu negócio apareça quando as pessoas procurarem pelos serviços oferecidos.

  • Verifique se o nome escolhido está disponível para registro na internet.
  • Verifique se não existe um negócio com o mesmo nome.
  • Desenhe um logo para acompanhar o nome, que seja moderno e bonito, já que colocará nos cartões de visita, site, e outros materiais promocionais.

2. Estabeleça o negócio. Precisará registrar a empresa na Junta Comercial. Se estiver contratando funcionários podem ser necessários outros registros.

  • Pode ser necessário um alvará de funcionamento, que permita operar um serviço de limpeza em sua cidade. Entre em contato com a Junta Comercial para saber mais.

3. Faça um seguro. É necessário, pois protege você nos casos em que causar algum dano à casa do cliente. Este tipo de situação pode afundar uma empresa de limpeza que não esteja com o seguro em dia. A política escolhida não precisa ser muito cara. Procure um bom corretor, e pergunte as alternativas de cobertura de acordo com seu orçamento.

4. Obtenha capital para iniciar. Como este tipo de serviço é executado no local do cliente, existem algumas coisas fundamentais para começar. Poupe o dinheiro para comprar estes equipamentos, ou tome emprestado, sem pagar muitos juros.

  • Iniciar um negócio com um sócio, e juntar recursos, é uma das maneiras de resolver este problema, se não puder fazer sozinho, nem quiser pegar empréstimos.
  • Também pode procurar por incentivos”

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